Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinema. Mostrar todas as postagens

14 de set. de 2009

Tempos Modernos



A história desse filme se passa durante a década de 1930, nos EUA após a crise de 1929, chama-se “Tempos Modernos”, a última produção de Chaplin.


Esse filme apresenta o dia de trabalho em uma fábrica e faz crítica as desigualdades sociais, chegou a ser proibida a sua apresentação, por ser considerado socialista e subversivo.


No trecho apresentado alguns “cientistas” tentam alimentar o funcionário (Carlitos) enquanto ele trabalha, na tentativa de otimizar o trabalho. No ato seguinte o patrão pede para aumentar o ritmo na esteira de produção.


Na fábrica cada trabalhador desempenhava uma função e se ela fosse falha, desestruturava toda a sequência da produção. E mostra a clássica cena das engrenagens. Ao final Carlitos fica alucinado e começa a apertar todos os parafusos (ou os que se parecem com parafusos) que vê pela frente.


Foi apenas um trecho para dar gostinho.





Tempos Modernos




“Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.”

(Charles Chaplin)


“Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.”

(Charles Chaplin)

26 de ago. de 2009

A Casa do Lago

Vou direto ao assunto: o filme “A Casa do Lago” não é para qualquer um. Ele tenta ser íntimo, embora seu contexto não fale de algo real, o que importa nele são os sentimentos.

Ele é superficial para os que não amaram e, ao mesmo tempo, é profundo para os que não foram atrás ou desistiram de um amor. Bom, seu fundo diz, nunca desista e não espere.

Seu gênero é drama, não romance. Ou seja, ele foi feito para emocionar, não para ser piegas. Ele foi feito para inovar, não para ser mais um.

A película possui 99 minutos, foi lançado em 2006 e sua classificação é livre. Foi dirigido pelo argentino Alejandro Agresti do filme “Um Mundo Menos Pior” (esse ainda não assisti, mas ganhou três Kikitos de ouro, não é à toa que algum filme ganha Kikitos, né).

Os atores principais, Sandra Bullock e Keanu Reeves, proporcionaram uma química difícil de ser encontrada. Sem deixar de comentar que Sandra Bullock é excepcional, qualquer filme meia boca, ou papel secundário que ela faça sempre dá vontade de assistir.

Houve críticas a respeito de certa falta de criatividade, pois em parte do filme o casal lê as cartas em diferentes lugares, mas o que não perceberam é que eles estão juntos nesses locais, apesar do espaço temporal.

Enfim, ele envolve sem apelar e o final é imprevisível.


E.R.

20 de ago. de 2009

A INFLUÊNCIA DO PROGRESSO CIENTÍFICO NO CINEMA




Os filmes de ficção, que utilizam o tema progresso científico, que em casos específicos traduzem em seus roteiros a evolução das máquinas e tem como protagonistas os robôs, atualmente, procuram demonstrar que os “ETs” não existem e sim são tecnologias superiores, inteligência artificial, inventada pelos "humanos", como em “AI – Inteligência Artificial”, ou melhor, a evolução da inteligência artificial, quando esta se reproduz por si. Apesar de esta ideia já ter sido antecipada por Spielberg em outros filmes.


E em outro posicionamento, surge o medo dos homens frente a uma possível dominação das máquinas e extermínio da raça humana, medo de um HAL9000 ou um Exterminador do Futuro. Ou será que já somos contro
lados pelas máquinas e vivemos em um mundo virtual?, como em “Matrix”. xD

Recomendo o filme “Eu, robô”, baseado no livro homônimo de Isaac Asimov, com direção de Alex Proyas e tem como ator principal Will Smith (prefiro ele em “À Procura da Felicidade” =P).

O filme apresenta o convívio entre robôs e humanos, no qual os primeiros são encarregados pelas tarefas desprezadas pela população, são empregados domésticos, lixeiros, dentre outros. E existem três regras para
que exista uma boa convivência e são estabelecidas logo no início do filme.

O algo comum desse filme com os outros sobre
robôs é fato de Sonny, o robô centro da trama, demonstrar sentimentos e emoções, como em o “Homem Bicentenário” e como David em AI- Inteligência Artificial.



E.R.