Mostrando postagens com marcador ficção científica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ficção científica. Mostrar todas as postagens

20 de ago. de 2009

A INFLUÊNCIA DO PROGRESSO CIENTÍFICO NO CINEMA




Os filmes de ficção, que utilizam o tema progresso científico, que em casos específicos traduzem em seus roteiros a evolução das máquinas e tem como protagonistas os robôs, atualmente, procuram demonstrar que os “ETs” não existem e sim são tecnologias superiores, inteligência artificial, inventada pelos "humanos", como em “AI – Inteligência Artificial”, ou melhor, a evolução da inteligência artificial, quando esta se reproduz por si. Apesar de esta ideia já ter sido antecipada por Spielberg em outros filmes.


E em outro posicionamento, surge o medo dos homens frente a uma possível dominação das máquinas e extermínio da raça humana, medo de um HAL9000 ou um Exterminador do Futuro. Ou será que já somos contro
lados pelas máquinas e vivemos em um mundo virtual?, como em “Matrix”. xD

Recomendo o filme “Eu, robô”, baseado no livro homônimo de Isaac Asimov, com direção de Alex Proyas e tem como ator principal Will Smith (prefiro ele em “À Procura da Felicidade” =P).

O filme apresenta o convívio entre robôs e humanos, no qual os primeiros são encarregados pelas tarefas desprezadas pela população, são empregados domésticos, lixeiros, dentre outros. E existem três regras para
que exista uma boa convivência e são estabelecidas logo no início do filme.

O algo comum desse filme com os outros sobre
robôs é fato de Sonny, o robô centro da trama, demonstrar sentimentos e emoções, como em o “Homem Bicentenário” e como David em AI- Inteligência Artificial.



E.R.

17 de ago. de 2009

OS QUADRINHOS NO CINEMA



A era dos filmes de ficção científica se define durante o período de Guerra Fria e surgem com o sentimento derivado desta. Esse período corresponde a um intenso avanço tecnológico, progresso científico, como também a frustração e ao medo, medo de uma guerra nuclear, medo da destruição do planeta ou ao menos parte dele, foi uma guerra psicológica, além de ideológica.

A divulgação dos filmes, livros, propagandas procuravam influenciar pessoas e nações para um lado ou para outro: capitalista ou socialista. O cinema representou um ponto de fuga de alguns, guerra ideológica de outros.
Os quadrinhos tornaram-se filmes: Superman, juntamente com toda a Liga da Justiça, Capitão América, Batman, entre outros.

Os heróis em seus trajes coloridos agiam sempre em defesa da “humanidade”, sempre salvando o mundo de um bandido irracional que tentava destruí-lo; pendendo, obviamente, para o lado ocidental, o qual possuía maior influência na indústria cinematográfica, mas tudo isso nas telas parecia distante, irreal e inatingível.

A utilização dos heróis dos quadrinhos em filmes, no início, apresentava um lado mais cômico e mais surreal, enquanto que hoje há a tentativa de humanização dos personagens,
procuram transformá-los em realidade sem se importar com a fantasia proporcionada pelo cinema.

Há também a influência do período de produção, por exemplo, nas décadas de 80 e 90, tanto Batman como o Superman são caricatos e transmitem um ideal de fantástico, de imaginário, os personagens obedecem a um código de honra, enquanto que os filmes atuais, de ambos os personagens, tendem a mostrá-los enquanto humanos passíveis de erros, com desvios morais e atitudes egocêntricas.

Façam uma comparação e assistam à indicação de hoje com o “Batman Eternamente” e “Batman Cavaleiro das Trevas”... é, eu sei que o Batman não possui poderes e blá blá blá como os outros heróis, mas percebam outros detalhes na filmagem, na edição, os cortes de câmera, as cores, enfim, há diferenças na intenção, principalmente do diretor, como igualmente, de um novo público que traz consigo ideias diversas e outras experiências.


E.R.